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Polícia
17/06/2011 - 09:30

“Batoré” é assassinado a facadas em Ipatinga


Polícia Civil investiga homicídio de homem de 40 anos em Barra Alegre. Suspeitos foram conduzidos à delegacia


AKR e Reprodução

Claudinei Rosa (detalhe), que tinha problemas com alcoolismo, foi golpeado no tórax e abdômen
IPATINGA –
O brutal assassinato do auxiliar de serviços gerais Claudinei Rosa de Araújo, que era mais conhecido como “Batoré”, de 40 anos, é investigado pela Polícia Civil de Ipatinga. Nesta quinta-feira (16), ele foi morto a facadas no distrito de Barra Alegre: seu corpo foi localizado por policiais militares por volta das 2h30 da madrugada em uma escadaria perto da Rua José Elias. Dois suspeitos de envolvimento no crime foram encaminhados à 1ª Delegacia Regional de Polícia Civil (1ª DRPC) para prestar esclarecimentos.

Testemunhas relataram que Claudinei era alcoólatra. Segundo apurou a Polícia Militar, horas antes de ser morto, ele estava em um bar bebendo cachaça com Edvaldo Silveira Leite, de 30 anos, e Marcelo Salatiel Marques, 31.

De acordo com o que Marcelo disse à PM, ele, Claudinei, e dois homens de prenomes Gustavo e Vinícius, saíram do bar e seguiram para sua residência para tomar mais pinga. Em seguida, os quatro saíram da casa em direção à escadaria em que o auxiliar de serviços gerais foi morto. Ainda conforme Marcelo, Gustavo e Vinícius embarcaram em uma moto e foram embora. Ele disse que se despediu de Claudinei, retornou para casa e desconhece o que aconteceu depois.

A perita Laudiene Viana, da Polícia Civil, realizou os trabalhos de praxe no local do assassinato e verificou que o auxiliar de serviços gerais foi esfaqueado no ombro direito, abdômen e tórax. O corpo foi trazido para o Instituto Médico-Legal (IML) de Ipatinga para exame de necropsia. Um boné branco, que pode ser do homem que matou a vítima, foi recolhido próximo ao cadáver e trazido para a 1ª DRPC para ajudar nas investigações.

Casado e pai de uma garota
Irmão mais velho da vítima, José Geraldo Araújo, 52, esteve no local do crime, conversou com o jornal VALE DO AÇO e revelou que Claudinei não morava com a esposa, mas era casado e pai de uma menina pequena. “Eu estava mais distante dele ultimamente, pois trabalho muito e quase não o via. Meu irmão bebia muito e eu lhe dava conselhos, mas ele não escutava. Acabou que deu no que deu e agora tenho que vê-lo desse jeito”, declarou o homem, olhando para o cadáver de Claudinei.

Ainda segundo José Geraldo, o irmão estava atualmente afastado do trabalho por conta de uma licença médica. “Ele trabalhou alguns meses em uma fábrica de blocos no Bairro Cidade Nobre. Não estou sabendo de nada do ocorrido e os policiais estão fazendo algumas buscas, mas ninguém está cooperando”, emendou.

Levantamentos
O sargento Pessoa, da PM, trabalhou colhendo as primeiras informações acerca do assassinato. “Próximo de Claudinei havia uma faca. Distante cerca de 10 metros do corpo havia outra faca. O local estava bastante sujo de sangue. Fizemos alguns levantamentos, mas ninguém viu nada e nem deu nenhuma informação que pudesse levar a quem praticou esse crime”, comentou o policial.

Conforme Pessoa, a vítima tinha três passagens na polícia, mas em nenhuma das ocasiões foi preso por um crime grave. “O que sabemos é que ele bebia muito e foi visto em um bar jogando sinuca”, finalizou o sargento. O caso é apurado pelo delegado Helton Cota Lopes, da Delegacia Adjunta de Crimes contra a Vida (DACcV).


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